Nossa Visão de GC

Princípios de GC

Governança corporativa se refere a alinhar interesses, tomar decisões e diligentemente monitorar sua implementação, sempre com o objetivo de criar valor e compartilhar os resultados de maneira justa para as diferentes partes interessadas. É orientada para a criação de valor no longo prazo, preservando o equilíbrio e a harmonia entre os interesses dessas mesmas partes.

Os princípios de governança corporativa adotados pela Better Governance refletem:

1. Princípios de Governança Corporativa do G20/ Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

2. Código do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) – cujo desenvolvimento em 1999 e posteriores revisões em 2001, 2009 e 2015 contaram com a participação de Sandra Guerra, sócia-fundadora da empresa.

Princípios de governança detalhados no Código do IBGC:

Transparência Desejo de informar além do obrigatório
Equidade Tratamento justo e isonômico de todos os sócios e partes interessadas
Prestação de Contas (Accoutability): sobre prestar contas de sua atuação de modo claro, conciso, compreensivo e tempestivo
Responsabilidade Corporativa Perenidade e considerações de ordem social e ambiental

3. Código Brasileiro de Governança Corporativa para Companhias Abertas desenvolvido pelo Grupo de Trabalho Interagentes (GT Interagentes), uma coalisão formada por onze entidades relacionadas ao mercado de capitais, por iniciativa da então presidente do Conselho do IBGC, a sócia fundadora da Better Governance. O Código introduziu no Brasil a abordagem “aplique ou explique” que na época de seu lançamento já era adotada em mais de 45 mercados ao redor do mundo. O documento foi estruturado a partir do Código de Melhores Práticas de Governança do IBGC, tendo ainda como base o modelo “aplique ou explique” do Código ABRASCA de Autorregulação.

 

Motivações

Os objetivos que levam as empresas a buscar melhorias em práticas e processos de governança são muitos e diversificados, podendo ser de natureza interna e/ou externa. Entre os mais comuns estão:

Internos Externos
Melhorar a dinâmica e o funcionamento dos órgãos de decisão e supervisão Reduzir o custo de capital
Resolver ou minimizar o impacto de conflitos Atender demandas legítimas e reagir adequadamente a pressões do mercado
Realizar a sucessão de líderes de forma planejada, sem traumas Mediar diálogo para atender a demanda de minoritários e outros stakeholders
Preservar a harmonia na família empresária Ir além de assegurar a conformidade legal ou à autorregulação, adotando iniciativas que gerem valor percebido pelos stakeholders
Melhorar o desempenho organizacional e obter melhores resultados Atrair talentos e executivos que buscam empresas melhor governadas pelo potencial futuro que estas oferecem

 

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