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Pesquisa Limitações do Conselho: uma investigação empírica sobre os aspectos comportamentais que influenciam a dinâmica do conselho de administração

Sobre a pesquisa

Limitações do Conselho: uma investigação empírica sobre os aspectos comportamentais que influenciam a dinâmica do conselho de administração é uma pesquisa internacional pioneira que investiga elementos comportamentais que limitam a atuação dos conselhos ao redor do mundo e pode ajudar a responder a alguns de seus dilemas cotidianos.

Nesta pesquisa, examinamos a "caixa preta" de salas de conselho para investigar alguns dos principais desafios enfrentados pelos conselhos de administração em sua busca por tomadas de decisão eficazes. Especificamente, usamos um instrumento de pesquisa original para avaliar a prevalência de viéses de grupo e outras limitações. Além disso, nosso instrumento tem como objetivo avaliar as características relevantes da arquitetura de decisão dos conselhos, incluindo a presença de mecanismos que possam aliviar os viéses de tomada de decisão. Até onde sabemos, esta é a primeira tentativa de investigar estas questões, tomando uma perspectiva mundial baseada nas percepções daqueles diretamente envolvidos na tomada de decisões dos conselhos.

Apoiadores

Esse projeto de pesquisa tem apoio do IFC (International Finance Corporation), membro do World Bank Group, da Universidade de São Paulo (USP) e da Better Governance.

Quem pode participar

Os participantes da pesquisa devem ser (ou ter sido até 2 anos antes de responder ao questionário): conselheiros de administração e/ou membros de conselhos consultivos. Esse questionário não se aplica a comitês executivos (executive/management boards), mas apenas a conselhos de administração ou consultivos.

Tempo previsto de resposta

De 15 a 20 minutos

Prazo para resposta

Estendido até 15 de julho de 2018

Dúvidas sobre a pesquisa ou os procedimentos

pesquisaconselho@bettergovernance.com.br

Como participar

Clique no botão abaixo, correspondente ao seu idioma, para responder à pesquisa.

POR   ENG   ESP


Nossos objetivos

• Avaliar e descrever algumas das limitações que dificultam a tomada de decisões eficazes nos conselhos de administração;
• Avaliar como os principais elementos da arquitetura de decisão dos conselhos contrariam as limitações e ajudam a melhorar sua dinâmica e eficácia na tomada de decisões;
• Avaliar quais características de empresa, conselho e conselheiro estão associadas a uma maior/menor prevalência de limitações na tomada de decisões e com aumento/redução da eficácia da tomada de decisões no nível do conselho.

Construímos nosso instrumento de pesquisa com base em várias linhas da literatura, enfatizando aqueles que se preocupam com a tomada de decisões em nível de grupo. Especificamente, nos baseamos na literatura existente em gestão (por exemplo, Flynn e Wiltermuth, 2010), economia (por exemplo, Bénabou, 2012), neurociência (por exemplo, Klucharev et al., 2009) e psicologia (por exemplo, Turner e Pratkanis, 1998) para mapear as limitações que prejudicam a tomada de decisão efetiva em grupos em geral e em conselhos de administração em particular e os mecanismos que podem aliviar essas limitações.

Não conhecemos nenhum estudo anterior que se baseie em todas essas vertentes para investigar empiricamente a dinâmica de tomada de decisão dos conselhos. Esperamos contribuir para o crescente debate sobre viéses de grupo, arquitetura de decisão e disfunções no conselho. Mais importante, esperamos que nossos resultados informem os envolvidos diretamente na complexa dinâmica da sala de reuniões e contribuam para fomentar decisões efetivas.

Sobre o resultado

O resultado da pesquisa será utilizado em artigo acadêmico em coautoria de Sandra Guerra, conselheira de administração, consultora e autora de “A Caixa-Preta da Governança”, com o Prof. Lucas Barros (USP), coordenador do programa de pós-graduação em Controladoria e Contabilidade da FEA-USP e Rafael Liza Santos, economista e consultor.

Se tiver interesse em receber os resultados desse estudo, forneça seu e-mail ao final da pesquisa.